A proteção do patrimônio começa pela correta compreensão dos direitos relacionados à posse e à propriedade.

Embora frequentemente utilizadas como sinônimos, posse e propriedade possuem significados jurídicos distintos. É possível exercer a posse de um imóvel sem ser seu proprietário, assim como alguém pode ser proprietário sem exercer a posse direta do bem.

Conflitos envolvendo ocupação, utilização, invasão, turbação, esbulho, limites de propriedade e exercício dos direitos reais exigem análise individualizada da documentação, da situação fática e da legislação aplicável.

MUITO ALÉM DO REGISTRO DO IMÓVEL

Cada imóvel possui uma história. Cada conflito possui características próprias.

Questões envolvendo posse e propriedade estão entre as mais tradicionais do Direito Civil e podem surgir em imóveis urbanos ou rurais, envolvendo particulares, empresas, espólios, herdeiros ou confrontantes.

Em muitos casos, o conflito não decorre da existência do imóvel em si, mas da forma como ele vem sendo utilizado, ocupado ou registrado ao longo do tempo.

Por essa razão, cada situação deve ser analisada individualmente, considerando a documentação disponível, a matrícula do imóvel, o histórico da posse, os registros existentes e os direitos efetivamente exercidos sobre o bem.

ANTES DE TOMAR QUALQUER PROVIDÊNCIA

VEJA SE ALGUMA DESTAS SITUAÇÕES FAZ PARTE DA SUA HISTÓRIA

O imóvel está sendo ocupado por terceiros?

A ocupação pode exigir análise da natureza da posse, da documentação existente e das medidas jurídicas eventualmente cabíveis.

Você exerce a posse do imóvel, mas ainda não possui o registro?

Em determinadas situações, a posse pode produzir relevantes efeitos jurídicos e demandar medidas voltadas à regularização da situação dominial.

Está sendo impedido de utilizar parte do imóvel?

Situações envolvendo cercas, acessos, divisas ou utilização parcial do imóvel podem caracterizar conflitos possessórios.

Houve invasão ou perda da posse?

A perda da posse em razão de invasão, ocupação ou outro ato de esbulho pode exigir medidas específicas para sua proteção.

Existe discussão sobre quem é o verdadeiro proprietário?

Conflitos relacionados ao domínio do imóvel exigem análise da cadeia documental e dos registros imobiliários.

Há divergências entre vizinhos sobre limites ou divisas?

Questões envolvendo confrontações, marcos divisórios e utilização da propriedade são relativamente frequentes e devem ser avaliadas conforme cada situação.

O imóvel possui matrícula, mas está ocupado por terceiros?

Dependendo das circunstâncias, poderá ser necessária análise quanto às medidas destinadas à proteção do direito de propriedade, inclusive ação reivindicatória quando presentes seus requisitos.

Existe ameaça de invasão do imóvel?

Mesmo antes da perda da posse, determinadas situações podem justificar medidas preventivas destinadas à proteção possessória.

PRINCIPAIS SITUAÇÕES QUE ANALISAMOS

Cada imóvel possui características próprias e exige avaliação individualizada.

Proteção da Posse

Atuação em situações envolvendo turbação, esbulho, ameaça à posse e demais conflitos possessórios previstos na legislação.

Reintegração de Posse

Medida destinada à recuperação da posse quando o possuidor foi privado do exercício do bem em razão de esbulho.

Manutenção de Posse

Aplicável quando a posse sofre perturbação, mas ainda não foi totalmente perdida.

Interdito Proibitório

Procedimento preventivo destinado à proteção da posse diante de ameaça concreta de invasão ou esbulho.

Defesa do Direito de Propriedade

Análise de situações envolvendo domínio do imóvel, registros imobiliários, cadeia sucessória e demais aspectos relacionados ao direito de propriedade.

Ação Reivindicatória

Instrumento destinado à proteção do proprietário que busca reaver o imóvel de quem o possua ou detenha injustamente, quando presentes os requisitos legais.

SITUAÇÕES QUE COSTUMAM EXIGIR UMA ANÁLISE INDIVIDUALIZADA

Durante a análise podem ser avaliados diversos aspectos, entre eles:

Como conduzimos cada caso

1

Análise Inicial

Levantamento da documentação, da matrícula do imóvel, do histórico da posse e da situação atualmente existente.

2

Estudo Jurídico Individualizado

Avaliação da legislação aplicável, da documentação apresentada e das características específicas do conflito.

3

Análise Inicial

Levantamento da documentação, da matrícula do imóvel, do histórico da posse e da situação atualmente existente.

4

Estudo Jurídico Individualizado

Avaliação da legislação aplicável, da documentação apresentada e das características específicas do conflito.

Perguntas frequentes

Antes de tomar qualquer providência, veja estas informações

Não. A posse corresponde ao exercício de fato de poderes sobre o bem, enquanto a propriedade representa o direito real reconhecido pela legislação e, em regra, formalizado mediante registro imobiliário.

Cada situação deve ser analisada individualmente. O contrato pode produzir efeitos jurídicos relevantes, mas a aquisição da propriedade imobiliária normalmente depende dos requisitos previstos na legislação e do respectivo registro.

A medida adequada dependerá da situação concreta, da natureza do conflito, da documentação disponível e dos requisitos previstos para cada modalidade de ação possessória.

Em linhas gerais, trata-se do instrumento utilizado pelo proprietário que pretende reaver o bem de quem o possua injustamente, sendo necessária análise da documentação dominial e dos requisitos legais.

Podem ser analisados matrícula do imóvel, escritura pública, contratos particulares, plantas, memorial descritivo, documentos pessoais, fotografias, comprovantes de posse, registros cartorários, notificações e demais documentos relacionados ao imóvel.

Dependendo das circunstâncias, determinadas controvérsias podem ser solucionadas por acordo, mediação ou outras medidas extrajudiciais, sempre observadas as características do caso concreto.

CADA IMÓVEL

Representa um direito que merece proteção

Questões envolvendo posse e propriedade estão entre as mais tradicionais do Direito Civil e podem surgir em imóveis urbanos ou rurais, envolvendo particulares, empresas, espólios, herdeiros ou confrontantes.

Em muitos casos, o conflito não decorre da existência do imóvel em si, mas da forma como ele vem sendo utilizado, ocupado ou registrado ao longo do tempo.

Por essa razão, cada situação deve ser analisada individualmente, considerando a documentação disponível, a matrícula do imóvel, o histórico da posse, os registros existentes e os direitos efetivamente exercidos sobre o bem.

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